Tecnologia COBALT da NASA (mistura cooperativa de tecnologia de aterragem autónoma)

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– 17 de maio de 2017 –

Apesar de seus contratempos com seu pesado lançador SLS, que já lhe custou US $ 23 bilhões por um
Um resultado muito escasso, a administração espacial dos EUA pretende colocar um número de navios habitados ou não nos vários corpos do nosso sistema solar.

É por essa razão que desenvolve um sistema de pouso retrofusado, um pouco parecido com o SpaceX. Isso é chamado de projeto Cobalt.

Até agora, a NASA favoreceu o uso de pára-quedas ou airbags gigantes para aterrissar suas sondas em Marte. Essas técnicas têm uma grande falha: elas não são muito precisas e só permitem atingir uma área de algumas centenas de quilômetros quadrados apenas. Agora conhecemos bem a Mars e seus pontos de interesse: gostaríamos de poder perguntar a sondas exatamente onde queremos conduzir pesquisas sem ter que passar quatro anos para chegar ao local que nos interessa.

Bem dominado, o pouso por retrofuso permite pousar com precisão, da ordem de um metro. A SpaceX demonstrou isso várias vezes este ano e é por isso que a NASA está desenvolvendo o Cobalt, que é um pouco para a Administração do Espaço dos EUA o que a Grace Hopper (GHC) era para a SpaceX, ou seja, uma demonstração técnica.

O dispositivo, que acaba de terminar sua primeira campanha de teste e está se preparando para um segundo durante
verão, usa um Doppler Lidar para se posicionar.